GRANDE MACHADADA
Grande machadada do centro de decisão
na cabeça do Povo; - grande desilusão:
Cortaram-nos o Pulmão,
Cortaram-nos a oxigenação,
Cortaram-nos o coração,
Grande machadada do centro de decisão.
Na aldeia a vida era calma,
Até que nos cortaram a alma.
Grande machadada do centro de decisão,
Para esta machadada qual a razão?
Cortaram-nos o Pulmão,
Cortaram-nos a oxigenação,
O Povo ficou sem orientação.
Povo desorientado é Povo exaltado,
Povo exaltado fica revoltado.
Cortaram-nos a clorofila,
Cortaram-nos a avó, a mãe e a filha,
Cortaram a florestação,
Cortaram o Pulmão,
Grande machadada do centro de decisão.
Cortaram-nos o ar puro,
Cortaram-nos o Pulmão,
Sem alguma razão, eu apuro,
Grande machadada do Poder de decisão,
O Povo sufoca,
O Povo já não respira,
O Povo agora vive com ira.
O Povo chora,
O Povo se lamenta,
O Povo vive numa tormenta.
Eu me interpus,
Para Vos suplicar,
VOLTAI A PLANTAR,
DAI ÁRVORES AO LUGAR.
Entenda Senhor Presidente,
Canidelo ficou carente,
O Povo está doente,
Precisa daquele ar puro,
Necessita daquela oxigenação:
Que aliviará seu coração.
Isto é um protesto veemente,
Da cabeça não sou doente,
E portanto não sou demente.
Nem é conversa de contrabandista,
E, “olhe” Senhor Presidente,
Que eu nem sou Socialista nem Comunista,
Nem de qualquer Partido pretendente.
majosilveiro
Grande machadada do centro de decisão
na cabeça do Povo; - grande desilusão:
Cortaram-nos o Pulmão,
Cortaram-nos a oxigenação,
Cortaram-nos o coração,
Grande machadada do centro de decisão.
Na aldeia a vida era calma,
Até que nos cortaram a alma.
Grande machadada do centro de decisão,
Para esta machadada qual a razão?
Cortaram-nos o Pulmão,
Cortaram-nos a oxigenação,
O Povo ficou sem orientação.
Povo desorientado é Povo exaltado,
Povo exaltado fica revoltado.
Cortaram-nos a clorofila,
Cortaram-nos a avó, a mãe e a filha,
Cortaram a florestação,
Cortaram o Pulmão,
Grande machadada do centro de decisão.
Cortaram-nos o ar puro,
Cortaram-nos o Pulmão,
Sem alguma razão, eu apuro,
Grande machadada do Poder de decisão,
O Povo sufoca,
O Povo já não respira,
O Povo agora vive com ira.
O Povo chora,
O Povo se lamenta,
O Povo vive numa tormenta.
Eu me interpus,
Para Vos suplicar,
VOLTAI A PLANTAR,
DAI ÁRVORES AO LUGAR.
Entenda Senhor Presidente,
Canidelo ficou carente,
O Povo está doente,
Precisa daquele ar puro,
Necessita daquela oxigenação:
Que aliviará seu coração.
Isto é um protesto veemente,
Da cabeça não sou doente,
E portanto não sou demente.
Nem é conversa de contrabandista,
E, “olhe” Senhor Presidente,
Que eu nem sou Socialista nem Comunista,
Nem de qualquer Partido pretendente.
majosilveiro