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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

PRAIA DE LAVADORES (PARTE I) - CANIDELO - GAIA : A PRAIA; A 1ª LINHA

DO CABEDELO A LAVADORES -
a brisa, que no passeio à beira-mar, desliza.

*
NA PRIMEIRA LINHA

Extinta seca do bacalhau, ao fundo e à direita.


A passerelle que pela marginal nos leva de São Paio a Espinho

O areal (?) que sempre aqui conheci: - penedos


Lugar onde se situava o derrubado bar do Barroso (onde estão as auto-caravanas)












Vamos em direcção a sul; da praia de Lavadores para Salgueiros




Restaurante Casa Branca




Varanda sobre o Atlântico





As pedras amarelas



O areal é um só. As praias são duas; Lavadores e Salgueiros
















A passerelle e a pista de velocípedes; as vizinhas que às vezes se separam, mas, que, sempre continuam, até novamente se encontrarem.


O parque infantil, para a crianças e, às vezes, à socapa, dos criançolas.




28 Bandeiras Azuis

Há! Grande Gaia, Vila Nova,
Já ninguém irá p´ra cova,
Por frequentar tuas praias.

Agora, vinte e oito tem Gaia,
Bandeiras Azuis, tanta praia,
De excelência, para vossa excelência.

Onze são, pertença de Canidelo,
Tantas áreas balneares,
De superior qualidade,
É a mais pura verdade.

Agradecer, é a Fernando Andrade,
O nosso digníssimo Presidente,
Da nossa Junta de Freguesia,
Que A Canidelo promove noite e dia.

SOL, MAR E RIO é o lema,
De Canidelo, grande tema,
Para propor a louvor,
Por poeta que queira compor.

Assim se promoverá nossa terra,
Sem ser a entrar em guerra,
Somente com papel e pena,
Digamos que, vale mesmo a pena.

Força, Fernando Andrade,
Para conseguir mais quatro,
Mais quatro…, bandeiras para praias,
E também anos, só mais quatro,
No fim deste mandato.

João da mestra

*
*
Não iniciou ainda a época das praias, mas..., haja sol.



TANOREXIA

Vejam, estamos no verão,
Para a praia todos vão,
Apanhar sol, bronzear,
Todo o dia se vai corar.
*
Muito sol, muito tempo,
Durante as férias, todo o dia,
Mas que grande é a mania,
É a Tanorexia.
*
Acaba o verão, fica a mania,
De à força ser moreno,
Ser queimado, mas que veneno,
À luz solar ser bronzeado.
*
Todo o mundo hoje em dia,
Quer ser bronzeado, foi apanhado,
Pela mania, a TANOREXIA,
Da luz solar, de noite e de dia.
*
João da mestra







*
Agora sim, iniciou a época, oficial, das praias.



Letra RAIP:
às marés vivas do Norte
Eu vi, na praia, na baixa-mar, quando estava parado, a olhar, para o mar, criançada, a brincar e, adulto, a nadar.
Tomava conta, do neto, que nadava, que brincava e, furioso o mar estava, com alguma ondulação, certa, na perfeição e, pensei eu, então, ao ver aquilo que vi; escrevi, não desisti:
É acriançado o mar, atrevido e, até é malcriado.
Suas ondas vêm, com surpresa bater, no corpo de desprevenido, que logo fica despido, de roupa, mas não de preconceito e, logo fica sem jeito, aflito, com a situação: À menina, arranca a cueca, ao rapaz, arranca o calção, à senhora, o soutien e, deixa-a fora de situação, porque logo ficou em topless e, ali, ela não quereria, ficou logo em stress.
A menina, envergonhada, foge a chorar da água, desesperada, esconde-se nas costas da mãe, que sem paciência p´ro caso e, falta de sensibilidade, lhe dá um repelão que a atira ao chão.
O rapaz, de hoje, ainda mais envergonhado, fica perplexo e, puxa com repelão, o calção, mas, volta a mergulhar, no mar, a nadar, a pinchar, a brincar, a saltar, para a situação disfarçar.
Ao homem, que até era muito idoso, arrancou com os calções e, ele com muita lentidão, causa da avançada idade, abaixa-se para ir junto à areia, ao chão, não para apanhar os calções, mas para apanhar os … botões, dos calções, que lhe tinham caído ao chão.
A mulher, ao vê-lo naquele jeito, levou a peito, a despeito, p´lo desrespeito, do sujeito, que sem jeito, ali ficou no areal, a mostrar, a evidenciar, o seu cabedal.
E, é assim o mar: acriançado, atrevido e, além do mais, malcriado.











ANTIGAMENTE ERA ASSIM
*
*

Antigamente era assim, os automóveis iam até ao bico do Cabedelo..., ou mais ainda...pudessem navegar...



ANTIGAMENTE ERA ASSIM

O demolido bar do Barroso


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As praias dos anos cinquenta

Letra para música RAIP
Exijo compositor afamado, que, não abafado.
*
As praias, estão cheias, aos milhões, multidões,
aos montões, confusões, agitações, de mijões
na areia e na água, quente e salgada,
a urinar e nós lá, a banhos; vamos tomar,
e, nadar e banhar e o corpo, a salgar,
vamos pôr, a marinar, que azar,
fui nadar e, muita, logo, água bebi, logo ali,
logo vi eu ali, que aquilo era chichi.
Não era sabor a mar, era rapaz a urinar.
Que horror, que pavor, mas que sabor.
E, logo dali, eu fui a correr, pela areia,
a fedar, a mal cheirar, a mal agradar,
sem nadar, sem banhar, sem o banho tomar.
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Pela areia, ao correr, fui calcar, fui pisar,
uma garrafa, partida, uma lata, vazia,
um vidro, um caco, um garfo, uma espinha,
que logo me faz uma ferida e mais uma
em cada pé, pois é, ninguém pode andar com pé
ao léu. Fiquei, que nem múmia, em mausoléu.
E, a ferida doía e eu é que sentia, uma dor horrorizante
e tudo aconteceu num instante,
tão bastante, para eu não mais caminhar,
não andar, não pular e não poder ir namorar,
a Catraia, que estava, logo ali, a olhar, de soslaio,
e muito desconfiada, baralhada, -O que foi que aconteceu?
não fui eu, nada lhe fiz eu, mas logo de repente me diz:
*
“- Deixa que digam, que pensem, que falem,
Deixa isso p´ra lá, vem p´ra cá, o que é que tem?
Eu não estou fazendo nada e você também,……….
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Presentemente não é esta a realidade. As praias de Canidelo e de Vila Nova de Gaia são todas de bandeira azul e, são 15 QUILÓMETROS das melhores da nossa costa.
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João da Mestra


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majosilveiro