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AS AVES NO SEU HABITAT
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REFÚGIO ORNITOLÓGICO DO DOURO
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RESERVA NATURAL DO CABEDELO DE CANIDELO - GAIA
As aves do Cabedelo,
de Canidelo são,
quando naquela reserva,
vivem, comem, dormem e
lá, a descansar estão.
Muitas, dali p´ra fora vão,
para outro lugar, passear.
São as aves migratórias,
que para suas glórias,
atravessam desertos e oceanos,
mares e continentes profanos,
mas, que, sempre voltam e lá pousam,
de ano para ano,
há muitos milhões de anos.
João da Mestra
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O AMOR ENTRE AS AVES
Na praia do Cabedelo,
O amor entre aves é livre e belo.
É a praia dos namorados,
Loucamente apaixonados.
É a praia do louco amor,
Tão juntinhos são ardor.
Pisco, com Gaivotas por companhia,
Mais as Garças, na noite fria.
Trás beijos o Guarda-Rios,
Tão rápidos em corrupios.
Andorinhas, trazem Primavera,
Velozes em rodopios.
Pilrito, à noite, à lua cheia,
Na praia, a Rola, no meio d´areia.
Corvo, no meio daquele penedo,
O Cartaxo lhe contou um segredo.
Pato colorido, pato lindo,
Ao som das ondas de mar calmo,
Minha mão te percorreu a palmo,
Naquela tarde de domingo.
Na noite de sábado, até às tantas,
Maçarico, Fuinha e Tarambola,
Borrelho, Laverca, Guincho e Garajau,
Agarrados, dançaram Sambas.
Com a Lavandisca e o Ostraceiro,
Bailaram à luz do Candeeiro.
Na praia do Cabedelo,
O amor entre aves é livre e belo.
É a praia dos namorados,
Loucamente apaixonados.
É a praia do louco amor,
Tão juntinhos são ardor.
João da Mestra
Na praia do Cabedelo,
O amor entre aves é livre e belo.
É a praia dos namorados,
Loucamente apaixonados.
É a praia do louco amor,
Tão juntinhos são ardor.
Pisco, com Gaivotas por companhia,
Mais as Garças, na noite fria.
Trás beijos o Guarda-Rios,
Tão rápidos em corrupios.
Andorinhas, trazem Primavera,
Velozes em rodopios.
Pilrito, à noite, à lua cheia,
Na praia, a Rola, no meio d´areia.
Corvo, no meio daquele penedo,
O Cartaxo lhe contou um segredo.
Pato colorido, pato lindo,
Ao som das ondas de mar calmo,
Minha mão te percorreu a palmo,
Naquela tarde de domingo.
Na noite de sábado, até às tantas,
Maçarico, Fuinha e Tarambola,
Borrelho, Laverca, Guincho e Garajau,
Agarrados, dançaram Sambas.
Com a Lavandisca e o Ostraceiro,
Bailaram à luz do Candeeiro.
Na praia do Cabedelo,
O amor entre aves é livre e belo.
É a praia dos namorados,
Loucamente apaixonados.
É a praia do louco amor,
Tão juntinhos são ardor.
João da Mestra
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As espécies que vivem e dão vida ao Cabedelo
As nossas praias estão infestadas de chorão – uma planta prejudicial ao normal desenvolvimento das plantas e vegetação genuína - nativa das dunas e, o Cabedelo não é excepção. O Cabedelo está sim tomado pelo chorão. Muito bonitas as suas flores, mas, tão prejudicial as suas raízes que, não permitem o normal desenvolvimento das outras.
HÁ VIDA COM A CORRENTE
Irá de facto nascer outro parque, paredes meias com aquele já existente?
Ficaremos com um parque, denominado Reserva Natural Local do Estuário do Douro, a que eu não me cansarei de chamar-lhe de Reserva Natural do Cabedelo de Canidelo ? E outro que, segundo este placard, se chamará de Parque do Vale de S. Paio?
Ou existe uma duplicidade de nomes e de cartazes para o mesmo parque?
Ficaremos com um parque, denominado Reserva Natural Local do Estuário do Douro, a que eu não me cansarei de chamar-lhe de Reserva Natural do Cabedelo de Canidelo ? E outro que, segundo este placard, se chamará de Parque do Vale de S. Paio?
Ou existe uma duplicidade de nomes e de cartazes para o mesmo parque?
Fechemos a porta ao vandalismo - a todo o tipo de destruição
majosilveiro