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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Reserva Natural do Estuário do Douro - No Cabedelo de Canidelo - Aves mais comuns





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AS AVES NO SEU HABITAT



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REFÚGIO ORNITOLÓGICO DO DOURO



*

RESERVA NATURAL DO CABEDELO DE CANIDELO - GAIA





As aves do Cabedelo,
de Canidelo são,
quando naquela reserva,
vivem, comem, dormem e
lá, a descansar estão.
Muitas, dali p´ra fora vão,
para outro lugar, passear.
São as aves migratórias,
que para suas glórias,
atravessam desertos e oceanos,
mares e continentes profanos,
mas, que, sempre voltam e lá pousam,
de ano para ano,
há muitos milhões de anos.


João da Mestra










*
O AMOR ENTRE AS AVES

Na praia do Cabedelo,
O amor entre aves é livre e belo.
É a praia dos namorados,
Loucamente apaixonados.

É a praia do louco amor,
Tão juntinhos são ardor.
Pisco, com Gaivotas por companhia,
Mais as Garças, na noite fria.

Trás beijos o Guarda-Rios,
Tão rápidos em corrupios.
Andorinhas, trazem Primavera,
Velozes em rodopios.

Pilrito, à noite, à lua cheia,
Na praia, a Rola, no meio d´areia.
Corvo, no meio daquele penedo,
O Cartaxo lhe contou um segredo.

Pato colorido, pato lindo,
Ao som das ondas de mar calmo,
Minha mão te percorreu a palmo,
Naquela tarde de domingo.

Na noite de sábado, até às tantas,
Maçarico, Fuinha e Tarambola,
Borrelho, Laverca, Guincho e Garajau,
Agarrados, dançaram Sambas.

Com a Lavandisca e o Ostraceiro,
Bailaram à luz do Candeeiro.
Na praia do Cabedelo,
O amor entre aves é livre e belo.

É a praia dos namorados,
Loucamente apaixonados.
É a praia do louco amor,
Tão juntinhos são ardor.

João da Mestra


*
As espécies que vivem e dão vida ao Cabedelo




















































As nossas praias estão infestadas de chorão – uma planta prejudicial ao normal desenvolvimento das plantas e vegetação genuína - nativa das dunas e, o Cabedelo não é excepção. O Cabedelo está sim tomado pelo chorão. Muito bonitas as suas flores, mas, tão prejudicial as suas raízes que, não permitem o normal desenvolvimento das outras.








HÁ VIDA COM A CORRENTE
















Irá de facto nascer outro parque, paredes meias com aquele já existente?
Ficaremos com um parque, denominado Reserva Natural Local do Estuário do Douro, a que eu não me cansarei de chamar-lhe de Reserva Natural do Cabedelo de Canidelo ? E outro que, segundo este placard, se chamará de Parque do Vale de S. Paio?
Ou existe uma duplicidade de nomes e de cartazes para o mesmo parque?





Fechemos a porta ao vandalismo - a todo o tipo de destruição



majosilveiro



quinta-feira, 27 de maio de 2010

A NOITE CHEGA À RESERVA NATURAL DO CABEDELO - ESTUÁRIO DO DOURO , CANIDELO GAIA


Fim de tarde, o sol está a pôr-se, as aves aproveitam os últimos minutos de que dispõem para procurar o alimento para o seu sustento, antes que fiquem absolutamente às escuras. A tarde passou rápido, o trabalho é árduo e demorado de revolver os lodos do rio à procura de alimento. Aproveitam-se os últimos instantes.













Torre da seca do bacalhau
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Será que vai ser demolida ? Não poderia ser aproveitada para torre de vigia das aves e do local ? E, também para vigia de outras aves, aquelas de rapina, que, durante a noite ou até às escancaras, em plena luz do dia, destroem tudo quanto é coisa; ou não houvesse maior predador do que o homem.
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A noite chega à Reserva Natural do Cabedelo, - o popularmente denominado bico do cabedelo – ou o popularmente alcunhado de fábrica dos cães.
O pôr-do-sol é fantasticamente deslumbrante; deslumbrantemente fascinante; fascinantemente cativante. Tão cativante, que, os apaixonados da fotografia diariamente ali se deslocam para aquelas feiticeiras fotos, que, mesmo antes de serem disparadas já estão a apaixonar de tão românticas. O próprio local é romântico e, portanto, propício aos apaixonados.





O bico do cabedelo está trigueiro,
Do sol de todo o ano inteiro.
Por vezes está a purpúrear,
De tanto por - do - sol apanhar.



Por vezes fica amarelo,
Envergonhado, a desmaiar;
Assiste aos apaixonados,
Que para ali vão namorar.





Que cor bonita, alaranjado,
Que belo que ele é, mascarado;
O bico está enamorado,
Dos namorados ali parados.

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Ao meu bico do Cabedelo dos 6 anos
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O bico do cabedelo está trigueiro,
Do sol de todo o ano inteiro.
Por vezes está a purpúrear,
De tanto por - do - sol apanhar.
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Por vezes fica amarelo,
Vergonhoso, a desmaiar;
Assiste aos apaixonados,
Que para ali vão namorar.
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Que cor bonita, alaranjado,
Que belo que ele é, mascarado;
O bico está enamorado,
Dos namorados ali parados.
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A pedra do cão ficou negra,
De tanto miúdo escorregar.
Agora, está coberta de areia,
Não se deixa mais mostrar.

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João da Mestra
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Vista sobre o areal do cabedelo.
Ao fundo, parte da Foz-alta; Nevogilde. Boavista, parte alta.


Ponte da Arrábida, Gaia/Candal; Afurada.
Do outro lado, O Porto

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A pedra do cão ficou negra,
De tanto miúdo escorregar.
Agora, está coberta de areia,
Não se deixa mais mostrar.


Panorâmica nocturna:
sobre a Avenida Brasil, Foz-Velha, Passeio Alegre,


majosilveiro