Mostrar mensagens com a etiqueta foz do Douro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta foz do Douro. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

ÁGUAS DO DOURO EM CANIDELO

ÁGUAS DO DOURO EM CANIDELO

 
 
 
 
 

 

 
 

ÁGUAS DO DOURO EM CANIDELO

 

Correm novas águas no Douro Internacional,

atravessam Gaia e Porto em Portugal,

trazem boas novas de terras de Espanha,

chegam à Foz onde se espraia,   

ai meu amor não venhas à praia,

ficai no vosso leito deitadas a preceito.

 

 

Chegai depressa ao Porto meu amor chegai,

vindes de Espanha eu vos esperarei,

por debaixo de todas as pontes passai,

vinde em vosso leito meu rio rei,

águas do Douro de cor azul céu,

beijai meu areal que ele sou eu.

 

 

Atracai meu amor na marina, atracai,

na marina de Canidelo e gritarei ai!

Chegastes a Gaia ó meu amor,

águas do Douro que correm sem dor,

dor sofro eu porque demorais a chegar,

sofro de amor porque vos quero amar.

 

João da mestra, em Águas do Douro

fotos e sextilhas ao minuto,

14 de Novembro de 2013

 

 
 


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

VISTA SOBRE A FOZ E A CIDADE DO PORTO



DO CABEDELO
  EM CANIDELO DE VILA NOVA DE GAIA

FOZ VELHA E PASTELEIRA
 CABEDELO - ESPAÇO DA RESERVA NATURAL
(a minha paisagem predilecta desde criança)


                     Ainda ontem era criança; O  amor no seio familiar

                               
Ainda ontem era criança,
No peito, tanta esperança,
Amor…, no coração,
 Fervilhava, em combustão.

Ainda ontem era criança,
Esperança, no peito dança,
Amor…, a baloiçar;
  P´ra mãe, p´ro pai; tanto p´ra dar.

E também p´ra receber;
Ainda ontem era criança,
Uma vida, uma esperança,
Amor, Amor, sempre a crescer.

Ainda ontem era criança;
Entre a mãe, o pai, os irmãos,
Amor no seio familiar,
Com avó, a acompanhar.
                           
Ainda ontem era criança,
Entre avó, a mãe e o pai, balança,
O amor celestial de um Anjo,
No Céu, em companhia, o Arcanjo.
                           
 Agora lembro, já fui criança,
Na mente, tanta lembrança;
Há fraqueza, no coração,
Estou vergado, da exaustão.

Ainda ontem eu fui criança.
João da mestra
8 de Março de 2011
PASSEIO ALEGRE - PORTO

PASSEIO ALEGRE Av. das Palmeiras

Parte alta da cidade do PORTO/FOZ
 
Pasteleira - Nvogilde

mais próximo - antiga seca de bacalhau

 


Ponte da Arrábida
majosilveiro

quinta-feira, 1 de julho de 2010

BARRA DO RIO DOURO - CABEDELO DE CANIDELO E FOZ, PORTO

BARRA DO CABEDELO DE CANIDELO





ANTIGA SECA DO BACALHAU

ESTUÁRIO DO DOURO


O BICO - BICO DO CABEDELO



Pescador que saías a Barra

*
Pescador da barca à vela,
Também andas-te sem ela,
Em caíque a remos remado,
Tão fragílimo, coitado.

Com a força dos teus braços,
Fartavas-te de dar abraços,
P´ro fazer movimentar,
À custa do teu suor.

Agora, de caíque a motor;
Acabou o remo, acabou a vela,
Acabou a vida romântica e bela,
Acabou a pesca, acabou o labor.

Pescador que saías a barra,
E não sabias quando voltavas,
Tua família não sabia onde andavas,
E tu, de saudades choravas.

Pescador da barca à vela,
És menos romântico sem ela,
Tiraram-te tudo até a faina,
E agora…, dói-te a alma(?)

João da Mestra


Os vizinhos de frente;
FOZ DO DOURO - PORTO
PASSEIO ALEGRE

*
MARGINAL, DA CIDADE À FOZ











majosilveiro

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Canidelo - de S. Paio ao Cabedelo



*
Não muito tempo, o Cabedelo era assim:


Pintura a óleo no antigo bar do Traquina


Antigo bar do Traquina -(demolido) - já dá saudade

*
Aqui, está como era o Cabedelo dos anos oitenta a dois mil: Estreitas ruas, pinheirais, - autentica aldeia; mas, não foi desta forma que aqui está, que o conheci naqueles anos cinquenta. Dessa altura, tenho em mente imagens a negro e branco do pior tipo de papel e de revelação; não havia luz electrificada, nem água canalizada, nem estrada a não ser uma estreita viela em terra batida e, as casas de habitação, de saibro e areia, eram pobres, muito pobres; misérrimas. Eram os anos do luto permanente nas mulheres e nos homens vestidos de preto, porque, nem outra roupa havia, nem alegria para a vestir, se houvesse roupas de cor. Acabados de sair de uma tremenda guerra, para onde não partimos, mas, que, as mesmas necessidades passamos, ainda reinava a fome, a falta de tudo até do que era primário. E assim se manteve até aos anos setenta; a ver partir os nossos pais e irmãos para o Brasil desde os anos quarenta e, antes. Depois, para a França, Alemanha, América, Venezuela, Canadá, enfim, para todos os países do mundo, que, irmãos Portugueses estão espalhados pelos quatro cantos deste Universo. A partir dos anos sessenta, as guerras do Ultramar Português leva-nos o que havia de melhor da nossa juventude, para todas aquelas ex- províncias. Os restantes, aqueles que cá ficaram, ficamos orgulhosamente sós e, mais a miséria.





*
Agora, as cores são outras, há alegria, não há fome como havia, reina a paz na Europa, todos vestem de cor; há roupas e novas cores vivas e, até o papel fotográfico deixou de existir, passou a ser o belíssimo digital com nova imagem e nova vida, mais calorosa.
Duas simbologias absolutamente antagónicas as apresentadas como a forma de viver dos anos cinquenta e a dos anos dois mil e dez: A realidade.
*
Ao fundo, a vizinha Afurada.
De S. Paio ao Cabedelo











No litoral, na marginal do rio, o progresso instalou-se definitivamente. Rasgaram-se novas e bonitas estradas, passerelles pedonais, pistas de velocípedes e de skates, estacionamento e parques automóvel. Presentemente, constrói-se a vedação daquela que é a primeira reserva natural de aves, organizada, de Canidelo, pelo que, voltarei novamente um dia destes a aflorar esta importante iniciativa da Câmara Municipal de Gaia, da Junta de Freguesia de Canidelo e do programa POLIS. A população de Canidelo, do Concelho, do País e do Mundo, devem-se regozijar pelas importantes actividades que aqui acontecem, independentemente de quem as leva a cabo.







majosilveiro

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Reserva Natural Local do Estuário do Douro - Localização.

Vista sobre a Reserva.
De Gaia - da Rua da Bélgica - para a cidade do Porto



Reserva Natural Local do Estuário do Douro - Localização.
*
Desta forma, com esta denominação, - Reserva Natural Local do Estuário do Douro - o leitor vai lá? O leitor vai ao estuário do Douro e, fica de um lado, Porto, a olhar para o outro lado, Gaia. Será o mais certo.
E se a denominação for; Reserva Natural do Cabedelo de Canidelo – Gaia, serão necessárias mais explicações, adicionais?
Focar exactamente o local onde se situa a reserva é, com exactidão, inclui-lo na denominação.
Esconder da denominação da Reserva a localização, é querer usurpa-la à povoação.


A Reserva Natural local...,
...o local do estuário,
O estuário..., o local..., ... quem entende?...

Vista sobre Gaia.
Do Porto/Foz para o Cabedelo de Canidelo
*
Um olhar sobre o Cabedelo.
Do promontório para a Reserva.

*
Pedras - penedos.
A de escorregar escondeu-se. A do cão indiferencia-se.



... o local do parque Natural



...apontado ao Porto







A cidade como fundo

Pescadores de àgua... salgada






A Reserva é deste lado e, eu estou em Cabedelo de Canidelo


...navegando em seco...


Parques - Reservas - de Gaia

... o local...

-
*
Canidelo de Vila Nova de Gaia, situa-se:

Ali, logo logo onde o Douro alarga, mesmo mesmo ao chegar à barra, delimitando com Afurada, após aquela vila piscatória, nasce outra terra com História,
/
Desde onde o rio se espraia, mesmo mesmo defronte à praia, no bico do cabedelo, nasce outra terra formosa; freguesia de Canidelo, que terra maravilhosa,
/
Toda aquela marginal, do Douro sensacional, margem esquerda afinal, com todas as chãs a montante, é desde todo o instante, terra de Santo André,
/
Santo André, escolhido para padroeiro, de um bocado do mundo inteiro, que vai do rio ao limite do Candal, - qual saltinho de pardal -, atravessado pela rua da Bélgica, de Coimbrões ao Atlântico, -tamanho este passo gigântico -, da Madalena ao Cabedelo e, plantado à beira mar, isto é Canidelo:
João da Mestra
majosilveiro