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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Reserva Natural Local do Estuário do Douro - Localização.

Vista sobre a Reserva.
De Gaia - da Rua da Bélgica - para a cidade do Porto



Reserva Natural Local do Estuário do Douro - Localização.
*
Desta forma, com esta denominação, - Reserva Natural Local do Estuário do Douro - o leitor vai lá? O leitor vai ao estuário do Douro e, fica de um lado, Porto, a olhar para o outro lado, Gaia. Será o mais certo.
E se a denominação for; Reserva Natural do Cabedelo de Canidelo – Gaia, serão necessárias mais explicações, adicionais?
Focar exactamente o local onde se situa a reserva é, com exactidão, inclui-lo na denominação.
Esconder da denominação da Reserva a localização, é querer usurpa-la à povoação.


A Reserva Natural local...,
...o local do estuário,
O estuário..., o local..., ... quem entende?...

Vista sobre Gaia.
Do Porto/Foz para o Cabedelo de Canidelo
*
Um olhar sobre o Cabedelo.
Do promontório para a Reserva.

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Pedras - penedos.
A de escorregar escondeu-se. A do cão indiferencia-se.



... o local do parque Natural



...apontado ao Porto







A cidade como fundo

Pescadores de àgua... salgada






A Reserva é deste lado e, eu estou em Cabedelo de Canidelo


...navegando em seco...


Parques - Reservas - de Gaia

... o local...

-
*
Canidelo de Vila Nova de Gaia, situa-se:

Ali, logo logo onde o Douro alarga, mesmo mesmo ao chegar à barra, delimitando com Afurada, após aquela vila piscatória, nasce outra terra com História,
/
Desde onde o rio se espraia, mesmo mesmo defronte à praia, no bico do cabedelo, nasce outra terra formosa; freguesia de Canidelo, que terra maravilhosa,
/
Toda aquela marginal, do Douro sensacional, margem esquerda afinal, com todas as chãs a montante, é desde todo o instante, terra de Santo André,
/
Santo André, escolhido para padroeiro, de um bocado do mundo inteiro, que vai do rio ao limite do Candal, - qual saltinho de pardal -, atravessado pela rua da Bélgica, de Coimbrões ao Atlântico, -tamanho este passo gigântico -, da Madalena ao Cabedelo e, plantado à beira mar, isto é Canidelo:
João da Mestra
majosilveiro

domingo, 6 de junho de 2010

GARÇA BRANCA E GARÇA REAL NA RESERVA DO CABEDELO DE CANIDELO DE GAIA

Contributo; sinopse escrito e fotográfico para a história de Canidelo da cidade de Gaia, sobre a Reserva Natural do Cabedelo.

...a princípio era a garça...

A Garça do Cabedelo era lindeza,




Tornou ainda mais bela aquela beleza.


Juntou-se-lhe depois outra lindeza Garça,





Àquela primeira e, duas Garças “enGarçaram”.





Entretanto, um grupo de Garças passava,
Resolveu parar e àquele lugar beleza dar.




Daquele sítio o seu habitat fizeram,





Nasceu uma colónia em Cabedelo.
Um grupo de Garças brancas reuniu,






Foi o primeiro milagre em Canidelo,





Deus e Jesus andaram pelo Cabedelo.






Deliberaram criar a sua reserva em Canidelo,





Escolheram para seu rei, - a Garça-real.




Gostaram tanto daquele maravilhoso local,

Definitivamente, ficaram em Portugal.

De vez, ficaram no Cabedelo,

De vez, ficaram em Canidelo.












Fizeram o seu Reino em Gaia,


Que este Reino da Garça não caia.



Os convidados, eufóricos, bateram palmas,

Tanto, que a Garça, ficou sem graça,

Foram convidadas todas as almas,


Foram convidadas todas as almas,











Pelo seu Rei , à festa da Garça-branca.



A Real Família lá esteve presente;




Reunida, foi toda, Real – Garça - gente.



Voaram convidados de todas as direcções,


Sucederam - se as manifestações,

De regozijo pela criação da Reserva Natural.

Sucederam - se os cumprimentos,

De todos os presentes,
Ao Senhores Presidentes,
De todas as instituições,
Mais da Câmara Municipal.

A Garça Real manifestou; ViVA Portugal;
Viva a Reserva Natural,
Do Cabedelo - Canidelo, terra Natal,
De toda tanta quanta ave “ornitological”.
E não o que lhe querem chamar “parque local”.


*

A Garça do Cabedelo de Canidelo

A Garça do Cabedelo era lindeza,
Tornou ainda mais bela aquela beleza.
Juntou-se-lhe depois outra lindeza Garça,
Àquela primeira e, duas Garças “enGarçaram”.

Entretanto, um grupo de Garças passava,
Resolveu parar e àquele lugar beleza dar.
Daquele sítio o seu habitat fizeram,
Nasceu uma colónia em Cabedelo.

Um grupo de Garças brancas reuniu,
Foi o primeiro milagre em Canidelo.
Deus e Jesus andaram p´lo Cabedelo.

Deliberaram criar a sua reserva em Canidelo,

Escolheram para seu rei, - a Garça-real.
Gostaram tanto daquele maravilhoso local,
Definitivamente, ficaram em Portugal.
De vez, ficaram no Cabedelo,
De vez, ficaram em Canidelo.
Fizeram o seu Reino em Gaia,
Que este Reino da Garça não caia.


Os convidados, eufóricos, bateram palmas,
Tanto, que a Garça, ficou sem graça,
Foram convidadas todas as almas,
Pelo seu Rei , à festa da Garça-branca.


A Real Família lá esteve presente;
Reunida, foi toda, Real – Garça - gente.

Voaram convidados de todas as direcções,
Sucederam as manifestações,
De regozijo pela criação da Reserva Natural.
Sucederam - se os cumprimentos,
De todos os presentes,
Aos Senhores Presidentes,
De todas as instituições,
Mais da Câmara Municipal.


A Garça Real manifestou; ViVA Portugal;
Viva a Reserva Natural,
Do Cabedelo - Canidelo, terra Natal,
De toda tanta quanta ave “ornitological”.
E não o que lhe querem chamar “parque local”.

João da Mestra

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O leitor encontra nos "fascículos seguintes" - e para isso só terá que clicar "mensagens antigas" - a história completa deste grandioso dia da inauguração do habitat da Garça Branca, Garça Real, Pato, Pato Real, Pato Bravo, Gaivota e outras aves que se associaram às manifestações privadas "Ornitológicas" (ficção), assim como, da vida das aves no seu habitat - a Reserva Natural do Cabedelo de Canidelo. Tome conhecimento desta grande realidade, que é a criação desta Reserva e a defesa das suas aves.

Este, não é um artigo científico destinado a estudantes, mas sim, unicamente um recreio.

Crónica ficcção.

majosilveiro