Contributo; sinopse escrito e fotográfico para a história de Canidelo da cidade de Gaia, sobre a Reserva Natural do Cabedelo.
...a princípio era a garça...
A Garça do Cabedelo era lindeza,
Tornou ainda mais bela aquela beleza.
Juntou-se-lhe depois outra lindeza Garça,
Àquela primeira e, duas Garças “enGarçaram”.
Entretanto, um grupo de Garças passava,
Resolveu parar e àquele lugar beleza dar.
Daquele sítio o seu habitat fizeram,
Nasceu uma colónia em Cabedelo.
Um grupo de Garças brancas reuniu,
Foi o primeiro milagre em Canidelo,
Deus e Jesus andaram pelo Cabedelo.
Deliberaram criar a sua reserva em Canidelo,
Escolheram para seu rei, - a Garça-real.
Gostaram tanto daquele maravilhoso local,
Definitivamente, ficaram em Portugal.
De vez, ficaram no Cabedelo,
De vez, ficaram em Canidelo.
Fizeram o seu Reino em Gaia,
Que este Reino da Garça não caia.
Os convidados, eufóricos, bateram palmas,
Tanto, que a Garça, ficou sem graça,
Foram convidadas todas as almas,
Foram convidadas todas as almas,
Pelo seu Rei , à festa da Garça-branca.
A Real Família lá esteve presente;
Reunida, foi toda, Real – Garça - gente.
Voaram convidados de todas as direcções,
Sucederam - se as manifestações,
De regozijo pela criação da Reserva Natural.
Sucederam - se os cumprimentos,
De todos os presentes,
Ao Senhores Presidentes,
De todas as instituições,
Mais da Câmara Municipal.
A Garça Real manifestou; ViVA Portugal;
Viva a Reserva Natural,
Do Cabedelo - Canidelo, terra Natal,
De toda tanta quanta ave “ornitological”.
E não o que lhe querem chamar “parque local”.
*
A Garça do Cabedelo de Canidelo
A Garça do Cabedelo era lindeza,
Tornou ainda mais bela aquela beleza.
Juntou-se-lhe depois outra lindeza Garça,
Àquela primeira e, duas Garças “enGarçaram”.
Entretanto, um grupo de Garças passava,
Resolveu parar e àquele lugar beleza dar.
Daquele sítio o seu habitat fizeram,
Nasceu uma colónia em Cabedelo.
Um grupo de Garças brancas reuniu,
Foi o primeiro milagre em Canidelo.
Deus e Jesus andaram p´lo Cabedelo.
Deliberaram criar a sua reserva em Canidelo,
Escolheram para seu rei, - a Garça-real.
Gostaram tanto daquele maravilhoso local,
Definitivamente, ficaram em Portugal.
De vez, ficaram no Cabedelo,
De vez, ficaram em Canidelo.
Fizeram o seu Reino em Gaia,
Que este Reino da Garça não caia.
Os convidados, eufóricos, bateram palmas,
Tanto, que a Garça, ficou sem graça,
Foram convidadas todas as almas,
Pelo seu Rei , à festa da Garça-branca.
A Real Família lá esteve presente;
Reunida, foi toda, Real – Garça - gente.
Voaram convidados de todas as direcções,
Sucederam as manifestações,
De regozijo pela criação da Reserva Natural.
Sucederam - se os cumprimentos,
De todos os presentes,
Aos Senhores Presidentes,
De todas as instituições,
Mais da Câmara Municipal.
A Garça Real manifestou; ViVA Portugal;
Viva a Reserva Natural,
Do Cabedelo - Canidelo, terra Natal,
De toda tanta quanta ave “ornitological”.
E não o que lhe querem chamar “parque local”.
João da Mestra
*
O leitor encontra nos "fascículos seguintes" - e para isso só terá que clicar "mensagens antigas" - a história completa deste grandioso dia da inauguração do habitat da Garça Branca, Garça Real, Pato, Pato Real, Pato Bravo, Gaivota e outras aves que se associaram às manifestações privadas "Ornitológicas" (ficção), assim como, da vida das aves no seu habitat - a Reserva Natural do Cabedelo de Canidelo. Tome conhecimento desta grande realidade, que é a criação desta Reserva e a defesa das suas aves.
Este, não é um artigo científico destinado a estudantes, mas sim, unicamente um recreio.
Crónica ficcção.
majosilveiro