Mostrar mensagens com a etiqueta árvores precisam-se. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta árvores precisam-se. Mostrar todas as mensagens

domingo, 31 de julho de 2011

POEMAS DOIDOS...

Image and video hosting by TinyPic
POEMAS DOIDOS VARRIDOS, NA ORLA MARÍTIMA

Encontrei um varredor,
Que, varria, varria, varria.

- Senhor, o que varreis?
- Papeis, somente papeis,
Poemas, doidos, varridos,
Ainda se podem ler…, eis:

Fui “pequenicar” a Salgueiros,
Debaixo de uns pinheiros;
Com a cabeça a fumegar,
Acordei, porque estava a sonhar.

Mas…, onde estão os pinheiros?
Minha primeira reacção;
Atirei a bicicleta ao chão,
Fui a pé, à reunião.

Como lhe digo, senhor Presidente,
Não há canas, não há pinho,
Em Salgueiros, na orla marítima,
Daquela antiga mata, tudo ficou limpinho.

Image and video hosting by TinyPic

 Não há árvores no Meiral,
Mas…, as há no horto Municipal.
Então, Senhor Presidente,      

Tome atitudes num repente.

Será então algum impropério,
Pedir-lhe, senhor Presidente,
Que mande árvores transplantar,
Do horto p´ro cemitério?

Em Salgueiros, na ciclopista,
Demasiado sol apanhei,
No casco de ciclista.

Na ciclovia pedalei,
Tanto que até suei.
Que ia fora da pista,
Só depois eu reparei;

Da bicicleta saltei,
Estava ainda a dormir,
E fora do penico mijei.

João da mestra 

sábado, 22 de maio de 2010

ABATE DAS ÁRVORES DO JARDIM DO MEIRAL E DO ADRO DA IGREJA

GRANDE MACHADADA
















GRANDE MACHADADA

Grande machadada do centro de decisão
na cabeça do Povo; - grande desilusão:

Cortaram-nos o Pulmão,
Cortaram-nos a oxigenação,
Cortaram-nos o coração,
Grande machadada do centro de decisão.

Na aldeia a vida era calma,
Até que nos cortaram a alma.
Grande machadada do centro de decisão,
Para esta machadada qual a razão?

Cortaram-nos o Pulmão,
Cortaram-nos a oxigenação,
O Povo ficou sem orientação.

Povo desorientado é Povo exaltado,
Povo exaltado fica revoltado.

Cortaram-nos a clorofila,
Cortaram-nos a avó, a mãe e a filha,
Cortaram a florestação,
Cortaram o Pulmão,
Grande machadada do centro de decisão.

Cortaram-nos o ar puro,
Cortaram-nos o Pulmão,
Sem alguma razão, eu apuro,
Grande machadada do Poder de decisão,

O Povo sufoca,
O Povo já não respira,
O Povo agora vive com ira.

O Povo chora,
O Povo se lamenta,
O Povo vive numa tormenta.

Eu me interpus,
Para Vos suplicar,
VOLTAI A PLANTAR,
DAI ÁRVORES AO LUGAR.

Entenda Senhor Presidente,
Canidelo ficou carente,
O Povo está doente,
Precisa daquele ar puro,
Necessita daquela oxigenação:
Que aliviará seu coração.

Isto é um protesto veemente,
Da cabeça não sou doente,
E portanto não sou demente.
Nem é conversa de contrabandista,
E, “olhe” Senhor Presidente,
Que eu nem sou Socialista nem Comunista,
Nem de qualquer Partido pretendente.

majosilveiro








majosilveiro