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domingo, 6 de junho de 2010

GARÇA BRANCA E GARÇA REAL NA RESERVA DO CABEDELO DE CANIDELO DE GAIA

Contributo; sinopse escrito e fotográfico para a história de Canidelo da cidade de Gaia, sobre a Reserva Natural do Cabedelo.

...a princípio era a garça...

A Garça do Cabedelo era lindeza,




Tornou ainda mais bela aquela beleza.


Juntou-se-lhe depois outra lindeza Garça,





Àquela primeira e, duas Garças “enGarçaram”.





Entretanto, um grupo de Garças passava,
Resolveu parar e àquele lugar beleza dar.




Daquele sítio o seu habitat fizeram,





Nasceu uma colónia em Cabedelo.
Um grupo de Garças brancas reuniu,






Foi o primeiro milagre em Canidelo,





Deus e Jesus andaram pelo Cabedelo.






Deliberaram criar a sua reserva em Canidelo,





Escolheram para seu rei, - a Garça-real.




Gostaram tanto daquele maravilhoso local,

Definitivamente, ficaram em Portugal.

De vez, ficaram no Cabedelo,

De vez, ficaram em Canidelo.












Fizeram o seu Reino em Gaia,


Que este Reino da Garça não caia.



Os convidados, eufóricos, bateram palmas,

Tanto, que a Garça, ficou sem graça,

Foram convidadas todas as almas,


Foram convidadas todas as almas,











Pelo seu Rei , à festa da Garça-branca.



A Real Família lá esteve presente;




Reunida, foi toda, Real – Garça - gente.



Voaram convidados de todas as direcções,


Sucederam - se as manifestações,

De regozijo pela criação da Reserva Natural.

Sucederam - se os cumprimentos,

De todos os presentes,
Ao Senhores Presidentes,
De todas as instituições,
Mais da Câmara Municipal.

A Garça Real manifestou; ViVA Portugal;
Viva a Reserva Natural,
Do Cabedelo - Canidelo, terra Natal,
De toda tanta quanta ave “ornitological”.
E não o que lhe querem chamar “parque local”.


*

A Garça do Cabedelo de Canidelo

A Garça do Cabedelo era lindeza,
Tornou ainda mais bela aquela beleza.
Juntou-se-lhe depois outra lindeza Garça,
Àquela primeira e, duas Garças “enGarçaram”.

Entretanto, um grupo de Garças passava,
Resolveu parar e àquele lugar beleza dar.
Daquele sítio o seu habitat fizeram,
Nasceu uma colónia em Cabedelo.

Um grupo de Garças brancas reuniu,
Foi o primeiro milagre em Canidelo.
Deus e Jesus andaram p´lo Cabedelo.

Deliberaram criar a sua reserva em Canidelo,

Escolheram para seu rei, - a Garça-real.
Gostaram tanto daquele maravilhoso local,
Definitivamente, ficaram em Portugal.
De vez, ficaram no Cabedelo,
De vez, ficaram em Canidelo.
Fizeram o seu Reino em Gaia,
Que este Reino da Garça não caia.


Os convidados, eufóricos, bateram palmas,
Tanto, que a Garça, ficou sem graça,
Foram convidadas todas as almas,
Pelo seu Rei , à festa da Garça-branca.


A Real Família lá esteve presente;
Reunida, foi toda, Real – Garça - gente.

Voaram convidados de todas as direcções,
Sucederam as manifestações,
De regozijo pela criação da Reserva Natural.
Sucederam - se os cumprimentos,
De todos os presentes,
Aos Senhores Presidentes,
De todas as instituições,
Mais da Câmara Municipal.


A Garça Real manifestou; ViVA Portugal;
Viva a Reserva Natural,
Do Cabedelo - Canidelo, terra Natal,
De toda tanta quanta ave “ornitological”.
E não o que lhe querem chamar “parque local”.

João da Mestra

*

O leitor encontra nos "fascículos seguintes" - e para isso só terá que clicar "mensagens antigas" - a história completa deste grandioso dia da inauguração do habitat da Garça Branca, Garça Real, Pato, Pato Real, Pato Bravo, Gaivota e outras aves que se associaram às manifestações privadas "Ornitológicas" (ficção), assim como, da vida das aves no seu habitat - a Reserva Natural do Cabedelo de Canidelo. Tome conhecimento desta grande realidade, que é a criação desta Reserva e a defesa das suas aves.

Este, não é um artigo científico destinado a estudantes, mas sim, unicamente um recreio.

Crónica ficcção.

majosilveiro