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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Praia de Lavadores em Canidelo Gaia - O Alquilador de Gaia - A praia á noite - ORBS

ORBS,
OU,
OS ANJOS DA LUZ




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ORBS

Se o fenómeno que nesta foto captei e o qual dou a conhecer é, ou pode ser considerado ORBS, foi a primeira vez que o consegui, ou, foi a primeira vez de que tal me apercebi.
Possivelmente, terei já, por acaso, anulado e enviado para o lixo, fotos onde terei captado ORBS sem ter conhecimento de tal.
Numa série de fotos nocturnas que captei nesta magnífica praia de Lavadores e que estão expostas no final desta página, fui prendado com esta, que, suponho, está “carregadinha” de ORBS.
Após ter sido esclarecido por pessoa amiga, desta bela Freguesia de Canidelo, imediatamente fui procura-la por entre uma infinidade e, que eu sabia existir.
Foi disparada junto à PEDRA DA MOURA NA PRAIA DE LAVADORES - CANIDELO DE GAIA (a pedra daquela bela jovem Árabe que ali se esqueceu dela), numa magnífica noite de luar e, pelos vistos também, de energias positivas, Anjos de Luz, mandalas, descargas eléctricas, ou, conforme alguns autores afirmam, seriam as formas dos pensamentos que na altura carregava. Pensamentos bonitos pela certa, conforme bonitas são também estas.
Convido os leitores a irem de máquina em riste, durante a noite, tentar captar ORBS, para a orla marítima de Canidelo. Poderá acontecer a serem prendados conforme eu fui. Pelo menos aliviarão o vosso stress, que, poderá também ficar captado. Único conselho é que levem agasalho pois que, ali as noites são bem frias.

João da mestra
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>A Praia de Lavadores e seus inseparáveis penedos

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>Varanda sobre o Atlântico

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>Os Chorões

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>O Hotel de Lavadores

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>O Alquilador de Gaya

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>A praia á noite










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O Alquilador

De carro de mulas condutor,
Tu antigo alquilador,
Que transportavas para nossa praia,
A fina flor do centro de Gaia,
Por tal, recebes-te algum louvor?

A mocidade fina de Gaia,
Lavadores, a praia, frequentava,
Um carro de mulas os transportava,
Para aquela formosa praia.

Lá seguia o Alquilador,
Que daqueles caminhos era conhecedor,
Carregava a fina flor,
Para lugar encantador.

Com suas carroças, Alquiladores,
Desde o largo dos Aviadores,
Para a praia de Lavadores,
Levavam distintos senhores.

E tu antigo alquilador,
De carro de mulas condutor,
Que transportavas a fina flor,
Do centro da Villa de Gaya,
Para Lavadores, a nossa praia,
Recebes-te algum louvor?

Hoje não há alquilador,
Não há, de carro de mulas, condutor;
Não poderá haver louvor,
Oferecido pela fina flor,
Que do centro da Villa de Gaya,
Se dirigia para Lavadores, a praia.

João da Mestra




Varanda sobre a praia de Lavadores e sobre o Atlântico










Hotel Casa Branca




















Restaurante Casa Branca











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AS BELÍSSIMAS NOITES DA PRAIA DE LAVADORES
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E os Anjos da Luz por companhia


Noites à beira mar;
Inundação de orbes
E de intenso luar.

Noites à beira mar;
Inundação de amor,
Seja para quem for.


Noites à beira mar;
Cheirinho a maresia,
Minha predilecta mania.



Noites à beira mar;
Devagar a caminhar,
Para muito meditar.


Noites à beira mar;
Todos vão passear
E muito imaginar.


Noites à beira mar;
Debaixo de clarão,
Pensamentos, ilusão.



Noites à beira mar;
Tanta, tanta multidão,
Todos para ali vão.

Noites à beira mar;
Debaixo daquele luar,
Ali vou eu namorar.


Noites à beira mar;
Debaixo da escuridão,
Abre-se o coração.

Noites à beira mar,
Já muito d´antigamente,
Para ali iam segredar.
*
João da mestra


majosilveiro


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

LENDA DA PEDRA DA MOURA NA PRAIA DE LAVADORES - CANIDELO DE GAIA

PEDRA DA MOURA
Conto eu –
A minha versão da lenda:















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PEDRA DA MOURA
>
Conto eu –
>
A minha versão da lenda:
>
Que uma donzela e virginal Moura, princesa cativa e desterrada numa aldeia bem a norte, quando com seu povo fugia às invasões dos Cristãos, vindos do Norte com destino à Mouraria, - à actual Marrocos no Norte de África, - ao chegar àquele lugar, - da pedra da Moura - da praia de Lavadores, - onde existe uma enorme pedra em cima de outra –, esbarrou com aquele imenso mar, logo seguido pelo vastíssimo Oceano Atlântico, cujos seus avós e ou bisavós o tinham atravessado há uns séculos, para esta banda, a Ibéria.
Como não lhe seria possível nadar com uma enorme pedra que trazia à cabeça para a levar para Marrocos pois que, era uma preciosa prenda de enorme valor, que, lhe valeria boa fortuna na sua terra Árabe, pousou-a ali, em cima daquela outra, com a intenção de recuperar forças para continuar caminho e, assim ser-lhe possível reconquistar a terra que seus antanho - ascendentes deixaram.
O dia estava quente e, a donzela Moura logo experimentou banhar-se naquelas frias águas do Norte daquele que, devido à expulsão das suas gentes Árabes, viria a ser Portugal de aquém, e além Douro, a sul do Porto e do rio Douro, onde se situa a praia de Lavadores, a primeira de Gaia.
Foi de tal forma o prazer que sentiu ao mergulhar e, logo após, ao nadar entre aqueles enormes penedos cobertos de algas e moluscos, por entre o sargaço que flutuava e que cobria o seu nu corpo assim como toda a superfície da salgada água, que, imediatamente começou a sentir um excitar do seu pujante corpo agreste da vida áspera que levou nos anos que viveu no Norte de Portucale, nos campos de cultivo agrestes, das encostas das serras.
Os banhos de água salgada, as algas, os sargaços, misturada com os moluscos e toda uma variada vida marinha da época, enfim, o iodo largado daquelas rochas da magnífica praia de Lavadores, forneceram-lhe jovialidade, frescura, pujança, força, êxtase; comparável no presente a uma ampola de autêntica geleia real - giseng – cola – ginko biloba, ou a um afamado comprimido azul que agora as fêmeas também usam para se tornarem mais capazes, como que se nunca o tivessem sido.
Avista então à distância os restantes fugitivos, seu povo, que, descia a íngreme encosta de Lavadores, - ela também ainda virgem, com uma invejável e verde vegetação, - em direcção ao mar também, em debandada. Sentiu-se nua, aliás como estava, mas, mais jovial, mais feminina, mais sensual, (que pena, eu não tinha na altura a minha máquina fotográfica, mas, estou a ver a cena). Logo se esqueceu da pedra (e você que lê também, devido à sua mente preenchida com a figura da jovial árabe). E, em direcção ao mar alto, ao Oceano deste Portucalém, nadou com toda a sua intensa força até à costa Árabe do Norte de África.
A pedra, essa, ainda se encontra lá pousada à espera da sua dona.
Vou tentar saber o dia do seu regresso para a recolha do seu precioso tesouro – aquela pedra, - para estar pronto para a fotografia. Será a mais preciosa formosura carnal impudica a entrar não em mim, mas, na minha photografic machine.
Já lhe fiz até um poema para depois a conquistar:
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Vem minha princesa Árabe,
Vem até mim o Joaquim,
Eu amo-te mais do que assim assim,
Meu peito no teu coração cabe.
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majosilveiro